Desempenho nunca foi o forte do Chevette, apesar de, quando lançado seu motor possuir itens de engenharia de grande qualidade, como o fluxo cruzado do cabeçote (cross flow), este mesmo motor possui certas limitações que com o passar dos anos limitaram em muito o Chevette. Nos primeiros anos de sua linha de montagem, ele possuía uma versão esportiva, chamada de GP, que contava com o motor 1.4 levemente alterado para render mais, e com um acabamento de alto nível como volante de couro, vidros ray-ban entre outros diversos opcionais. Originalmente foi concebido para uma cilindrada que poderia variar de 1200 a 1700 cc, mas, até hoje só foi fabricado com 1.400 e 1.600 cc. Experiência com motores trabalhados para 1.800 cilindradas, usando cilindros do Monza já me foram vistas, mas, nada de grande confiabilidade. Como nunca foram fabricados com 1.700cc, não é possível (como no Fusca) o aumento da potência através do aumento da cilindrada. O Chevette, com o motor bem regulado não desagrada ao motorista que anda de forma normal, porquê, como sabemos, o motor do Chevette se comporta melhor a baixas rotações (até 4.000 rpm ). Para deixar o motor em bom estado, verifique os seguintes itens:
Caso seu motor esteja muito rodado, é bom verificar o estado do eixo comando de válvulas (principalmente se for o motor 1.4) e fazer uma limpeza da câmara de combustão (descarbonizar). O motor do Chevette 1.6/S pode rodar até 400.000 km sem precisar ser aberto ou feito ou trocado algum eixo ou peça móvel que não seja o óleo e filtros e peças de desgaste natural (como velas de ignição) se a manutenção e regulagens sejam bem feitas e periódicas. |